Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Lira dos 19 anos

ADOLESCÊNCIA

Dezenove anos no rosto insone e gasto
Que ainda sorri primaveril em meio
A dor onde um saudoso sonho casto
Talvez me inflame e purifique o seio

Veio-me a adolescência e o amor me veio
Amei! Fui infeliz e agora pasto
A dor e a tristeza num campo cheio

Vendendo o espírito flácido e nefasto

E a angústia como que de açoite
Ou a doença que me dilacera
Me alugou e feriu na última noite

Vi ilusões... juras de amor
Senti-me morrendo num hospital

Sonhando amor num lamaçal

HTSR/005320031981

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