Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Teus Olhos

JUVENTUDE

Eis que os vejo, tão belos
Envoltos num ar tão amável
Estão cheios de um quê singelo
Criador de uma fantasia inexplicável...

A cada movimento de graça
É como uma vida que começa...
E o abrir das cortinas ciliares
Mostra o realce dos brilhos pupilares!

Se neles, brevemente, fixamos
Um pouco de nossa atenção descuidada
Então logo sonhamos
Com toda uma vida amada

Teus olhos são como teu nome...
Marise, doce nome.
Teus olhos, doce visão.
Fonte querida de canção!


Tenho, ao ver teus olhos lindos
Lembrança de pérolas escuras brilhando
Ao contemplar suas formas,
Sinto a placidez de águas calmas...

Um quê de melancolia,
Um quê de alegria
Neles se misturam.
Uns ares de mistério lhes dão.

Nos trazem serena calma.
Branda, leve como pluma...
O longínquo infinito
Com esperança então é visto

E na sugestiva paz da natureza,
Quando nos envolvemos com a pureza,
Uma lembrança nos sacode o coração.

São teus olhos: doce inspiração!

HTSR/009418111982

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