Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Haja Saco

JUVENTUDE

Suportar o insuportável
Eis aqui a questão
Numa aula sem ação
Haja saco tão maleável

Sai aula, entra aula
Todas, coisa tão tola
Não porque assim tem que ser
Mas porque assim as fazem parecer

A questão é ter paciência
Ou, como se diz sem paciência,
É ter saco resistente

E haja saco que agüente!

HTSR/0085-1982

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