Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sem Título

JUVENTUDE

“Melhor serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo,não haverá outro que o levante”.

Eclesiastes 4: 9, 10.


Melhor serem dois do que um.
Se um cai, o outro o levanta.
E deles, chorando um,
O outro o acalenta.

Melhor serem dois do que um.
Pois num minuto hostil
Tudo se torna mais fácil
Se forem dois, e não um.

A confiança é fortalecida
E a esperança é renovada,
Quando se tem consigo

A mão presta de um amigo.

O soar de um duplo caminhar
Parece ao medo afugentar.
E, nos momentos vacilantes,

Tornamo-nos desafiantes.

Quando, em horas de incerteza,
Nos abatemos em tristeza,
Uma voz terna e calma
Nos reconforta a alma.

E quando, pessimistas, olhamos o futuro além,
Nada como um conselho otimista d’alguém,
Que bondosa e humanamente

Nos queira ver bem, somente...


HTSR/009101101982

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