Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sonhando

JUVENTUDE

Perdi-me, outra vez, delirante a sonhar
Quando num gesto, de querido intento,
Cedeu-me tu, com tão doce encanto,
Gotas rejuvenescedoras de teu olhar

Do gesto ameno e brando
Meu coração se fortaleceu
E louco, como que borbulhando
Meu amor, efervescente, renasceu

Sonhador, votei meus pobres dias
Ao devaneio inalcançável desse amor
De modo que a meu peito embalas
Ao menor ato teu de calor


Se tu soubesses que lembranças felizes
Despertaste em meus pensamentos nesses dias
E tudo por carinhosa pareceres
Às minhas insensatas fantasias!

Palavras amigas trocamos
Piscadelas enamoradas no uniram
E leves sorrisos soltamos
Como aqueles que se amam

Em conseqüência letras amorosas escrevo
Sob as delícias inspiradoras desse enlevo
Sonhando em teus lábios com a doçura

E em teus olhos com a candura

HTSR/008830051982

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