Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Além do Tédio

ADOLESCÊNCIA

Rasteja mole por campos ermos
Meu pensamento insossegado
Rasteja mole por campos ermos
Por estar assim tão cansado

De mim fugiu meu pensamento
Sozinho ele deixou a mim
Vai ver que eu lhe era um tormento
Por isso ele deixou de mim


Escrevendo só por inércia
Mexo a mão indolente
Fazendo no papel carícia

Sem saber do meu pensar
E sem querer saber

Por que não sei pensar

HTSR/006006051981

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