Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sem Propósito

ADOLESCÊNCIA

Dia triste este
Em que meu coração
Mais triste do que o dia
Canta, não cantos,
Mas monossílabos de ais

Dia triste este
Em que meu coração
Mais triste do que o dia
Deixou-me em desencantos

E se foi sem menos e sem mais

Já se foi o dia
Já se foi meu coração
Num dia fora do tempo
Num tempo fora do dia...

E o amor que em mim ardia
Extinguiu-se em inanição

Meu amor nasceu fora do tempo
E morreu quando não devia

HTSR/007614061981

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