Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Lavagem

ADOLESCÊNCIA

Por fim em mim choveu
E na água dissolveu-se
Minhas ilusões insossas
E meus sonhos insípidos

Por fim em mim choveu
E meu cérebro limpou-se
Deixou de andar às tontas
Atrás de desejos enlouquecidos

Olha o sol!
Já não era sem tempo
Há muito que o espero
Há muito que o almejo


Ah! Meu querido sol
És tu agora o meu esto
Em muito te desejo
Pois só contigo vejo

Por fim após a chuva
Começou em mim brotar
Novas flores, novos pensamentos
Que bom! Parecem ser variados!

Ainda que eu não vá
Ser mero otimista e amar
Todo e qualquer encanto,

Serei mais desmargurado...

HTSR/007431051981

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