Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Como Bolas de Sabão

ADOLESCÊNCIA

Como bolas de sabão
Vejo o tempo passar
E a vida escoar

Como bolas de sabão
Leves e frágeis
Tenho os desejos em minha mão

Como bolas de sabão
Vão para o alto

As esperanças de então

E lá, bem no alto
Se desfazem num só ato
Em flóculos de espuma

Na água ensaboada ponho um tubo
E sopro novas bolas de sabão

Sonhando novamente em vão

HTSR/005220031981

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