Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Moda de Amor

ADOLESCÊNCIA

Buscar, querer, amar... tudo isso diz
Perder, chorar, sofrer, vez após vez
Não há para tais intentos um talvez
Só há um constante ser infeliz

Às vezes penso se ainda amo
Ou se apenas me domo
Transformando-me em algo amoroso

Assim como um bobo sedoso

Blá, blá, blá
Blá, blá, blá
Aí está o canto do amor
Já sei até de cor

Falar de amor já foi moda
Não existe mais amor para se cantar
Pensar em amor é se enganar

Pois agora ele é conto de fada

HTSR/005421031981

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