Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

sábado, 19 de setembro de 2009

Poeminha

ADOLESCÊNCIA


Pensei em ti esta noite
Mas não passou de sonho
Nele fé não ponho
Seria grande tolice

O que foi o sonho?
Não posso contar
Deixa de ser sonho

O bom é imaginar

Queria ser mágico
Seria fantástico
Transformaria sonhos em verdade
Fantasias em realidade

Mas não sou mágico
E por tão pouco
Imateriais ficam os sonhos

Continuando a serem sonhos

HTSR/006611051981

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