Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

À Jaqueline

ADOLESCÊNCIA

Minha querida amiga
Te escrevo poesia
Com grande alegria
Que por ti meu ser afaga

É meu reconhecimento
Ao sentimento
É minha homenagem
À não bobagem

Faz pouco que nos conhecemos
Mas juntos vamos crescendo
Juntos vamos evoluindo
Que bom que assim estejamos

Faço poesia por qualquer coisa
Que não seja mera coisa
E para mim tua amizade
Tem algo de verdade

Verdade que me apaga a tristeza
Da sombra da incerteza
Da dúvida enfatizada
Da descrença incontrolada

Em nossos momentos de conversa
Minha solidão então descansa
Deixando-me mais forte

E até mais contente

Tudo isso pode ser um nada
Mas na estrada da vida
Muita coisa é incompreendida
Muita coisa é esquecida

Tendo-se, porém um amigo
Nos sentimos mais algo
Nos sentimos menos nada
E até damos risada

Mas a amizade é tão efêmera
Tão fugidia
Que me lembra fantasia
Sim. Doce quimera

Mas eu não a quero assim
Quero-a bem real a mim
Assim é mais gostosa
Assim é mais valiosa

Por isso querida amiga
Te escrevo poesia
Sem mera utopia

Porque te quero sempre amiga

HTSR/007116051981

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