Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

À Moça da Loja

ADOLESCÊNCIA

Moça meiga da loja
Cativa-me teu ser dançante...
Tua imagem sorridente
Em minha memória se aloja...

Moça da loja musical
És, também, tão musical
És leve, breve e suave
Como um canto de ave

Meiga moça musical
Tão simpática e aromal
Tens nos lábios sorrisos

E no ser a liberdade do acaso

Baila o trigo quando há vento
Bailam teus cabelos quando há brisa
Se aqui te canto
É porque és toda uma sutileza

Morena de olhos amantes
Tão vivos, tão brilhantes
Se te escrevo poesia

É porque me excitas a fantasia...

HTSR/007318051981

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