Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Esperando Alguém

ADOLESCÊNCIA

Meu coração nutre uma idéia triste
A idéia de que nunca vou ter alguém
Por que viver sem ninguém?
Que triste sorte!

E essa idéia, como que um sabre,
Reduz minha’alma a um casebre.
Triste, triste idéia
Por que por mim vagueia?

E os dias vão passando
E a idéia vai crescendo
E meu coração vai ficando descrente
E eu vou ficando mais triste


Que essência amargural
Essa de não ter ninguém!
Como tal
Também me sinto ninguém!

Não durmo, nem espero dormir
Porque não consigo dormir
Oro e digo amén

Esperando por alguém...

HTSR/005902051981

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