Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Bem ou Mal

ADOLESCÊNCIA

Esse dom que me inunda
Em meu eu demente
É como um culto doente
Só de vazios e nadas

Que em minh’alma coexiste
E que consiste o meu Ser
Acompanhando-me em vácuos e diafanidades
Na minha pouca idade


Não sei porque em mim existe o bem
Esse bem que é mau e me faz sofrer também...
Mas já que vivo de ilusões promissoras
Talvez me anestesie outras tantas bobeiras

Amo, entanto, esse mal de que sofro
Não sei porque, mas amo e sofro
Talvez de tanto amar e sofrer

Morra de pesar e prazer

HTSR/005504041981

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