Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

sábado, 19 de setembro de 2009

Sonhando-me em Planta

ADOLESCÊNCIA

Queria ser planta
Sim verde planta
Que não fala, não ouve
E também não vê

Mas sensitiva ela é
Assim como meu ser o é
Mas meu ser fala e ouve
E também vê


Por isso sou tão triste
Por ser inteligente
Quisera ser planta

Somente verde planta

HTSR/006711051981

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