Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Agonia do Amor

ADOLESCÊNCIA

Quando penso nela
Tão viva e tão bela
Fico cheio de calor
Excitando meu coração de amor

Fico tão agoniado
Ando de lado a lado
Desejos penetram minh’alma
E embora se vai a calma

Meu ser alado
Perde-se em poemas
Rosas, azulados
E de todas as formas

Meu coração que palpita
Contrai-se e suplica
Quer sair da alma insatisfeita
Que o prende e sufoca

Não consigo conter-me... choro
Ejaculando amor por poros
Foi só mais uma vez

Entre outras tantas, talvez...

HTSR/003912101980

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