Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sonhar

ADOLESCÊNCIA

A vida para mim é melhor
Sem ser vivida
Deve ser sonhada
Nunca com temor

Não tenho alegria no viver
Mas tenho no sonhar
É ele meu poder
A ele eu vou louvar

Mistério de uma certeza
Que nunca há de se fixar
É o meu sonhar
Minha única riqueza

É no sonhar
Que vejo quem sou
E para onde vou
Sem que me possa enganar


HTSR/003811101980

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