Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Na Chuva

ADOLESCÊNCIA

Chove lá fora.
Milhões de pingos a cair...
Sonhos de outrora,
Ao coração vêm pungir...

Chove lá fora.
Milhões de pingos a cair...
Hora após hora,
Estão no chão a cair...

Sonhos de outrora
Surgem sem aurora...
Também sem fim...

Por quê assim?

Um pingo, outro pingo...
Não há vento...
Mas que digo?
Há intento?

Gota após gota
Na terra a sumir...
À alma esgota
Muito pedir...

Como há lama
Na vida turva!
Vai-te, óh chuva!

O sol me chama!...

HTSR/001829071980

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