Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Novo Ano

ADOLESCÊNCIA

Inicia um novo ano
Com ele esperanças e enganos
Rios que se perdem em florestas
Sonhos de mancebos e poetas

Sim... Novo ano!
E no pano de fundo
Ano a ano
É ele mudado

São feitos planos de instante
Pouco além da vida indolente
Algo como que presunção
Refletindo sensação

Nas nuvens cor de cinza do horizonte
Mergulham os menos contentes
No azul das ondas e na terra quente
Deleitam-se os mais contentes


E assim inicia-se o novo ano
Ora com rimas
Ora sem rimas
Ora humilde ora ufano

E ufanos vamos sonhando
Perdendo-nos na intranqüilidade
Almejando a felicidade
Como bobos encantados

Mas a vida é assim mesmo
Desprovida de esmo
Antes ser um sonhador

Do que um amante da dor

HTSR/004824121980

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