Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Tempo de Natal

ADOLESCÊNCIA

É tempo de amor
Ë tempo de alegria
Ë tempo de paz
Ë tempo de Natal

Tempo sem dor
Cheio de aleluias
Tempo fugaz

Tempo sem igual

Natal... tempo de dar
Tempo de amar
Tempo de receber
Tempo de sorrir

Tempo de louvar
Tempo de cantar
Natal... tempo do alvorecer

Tempo do porvir

HTSR/0004121976

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