Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Florianópolis

ADOLESCÊNCIA

Nobre ponte citadina
De tão tranquila capital
Da manhã de neblina
Nasce a tarde sem igual

A baía em sua concavidade majestosa
Embeleza ainda mais a ilha bondosa
Com seu litoral enorme
Que alegra e inspira-me

As elevadas torres da ponte
Entre tantas outras a faz singular
Pois em nenhum lugar
Há coisa de tal porte

Nobre ponte citadina
De minha cidade adorada
Terra de natureza amada

Fazes minh’alma ufana

Um cheiro de maresia
Vem me refrescar
Como que melodia
Vinda das ondas do mar

Deste mar celeste
Que num azul enorme
A imensidão do céu retrata-me
Com beleza imponente

Baía exuberante, encantada
Seduzente no Abril
Vestida de cristal e anil
Vales a pena ser cantada

Florianópolis de incomparável crepúsculo
E inegualável aurora
Com alegria até pulo

De estar aqui agora

HTSR/004325101980

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