ADOLESCÊNCIA
Vil delírio
Leva-me ao martírio
Como pode ser tão fraca a carne
Para que cometa tão grande agrave
O fado dos pecados não me pesaria
Se a ti porco pecado
Resistisse meu débil corpo
Minh’alma a apodrecer
O castigo espera sem temer
Anseia pela vingança
Que deve a ti, oh chaga imunda!
HTSR/000802071978
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