Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Caminhando em Silêncio

ADOLESCÊNCIA

Caminhando em silêncio
Vou pela vida.
De mansinho,bem mansinho,
Para o mal não despertar...

Pisando em surdo,
Vou eu em cuidado
Fazendo, a cada instante,

A doçura mais importante...

Timidamente e receioso
Prosssigo com cautela.
O que virá além?
O futuro é uma icógnita!

Caminhando em silêncio,
Com o querer envolto,
Não almejo o novo dia

Espero este terminar!

HTSR/002309091980

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