Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Êxito

ADOLESCÊNCIA

Anômalos e amorfos!
Incríveis monstros!
O que sois , óh sêres?
Por que não o dizeres?

Sois sinistros!
Sois feios!
Óh monstros! Que quereis?!
Dizei-me! Que quereis?!

Fora repelentes!
Da morte equivalentes!
Longe de mim!

Do que estais a fim?

De minha vida?
Óh vermes!
Sêres infelizes!
Que triste lida!...

A mim não podereis vencer.
Está mui longe do vosso querer!
Em dor apodrecer?
Não a este sofrer!

Não vou cair.
Já vou partir!
Tenho o querer.

Eis aqui o poder!...

HTSR/001729071980

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