Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ilusão

ADOLESCÊNCIA


A vida é de ilusões
E de ilusões é feito meu ser
Porque meu ser é ilusão

Em ilusão vivi
Em ilusão morrerei
Porque de ilusões me nutri

Iludido, ilusionei
A outros que ilusionados
Também me iludiram

Em desilusão escrevo
Falando de ilusão
Sem saber o que é engano

E por não querer saber
Tudo passou-se numa mentira

E em pantomima finda-se minh’alma...

HTSR/000904071980

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