Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Medievista

ADOLESCÊNCIA

Transportando-me ao medieval
Vejo que não sou tão banal
Pois sinto no medieval
Tudo como tal

Sonhando em deleite
Imagino castelos de enfeite
Enormes pontes elevadiças
Nobres altivos em caça

Há em tudo mais vida
Coisa que aqui nem é tida
Há vontade de perfeição

Com mais força e ação

O que há de mais no mediévico?
Nele existe mais encanto
Medieval é este mundo
Moderno triste e mudo

Nessa época esquecida
Até o amor era diferente
Resultante de uma alma embebida
De grande calor ardente

Habito numa terra distante
Longe daqui e de todos
Longe deste mundo inerte

Cheio de dor e enfado

HTSR/003401101980

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