Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Apocalipse

ADOLESCÊNCIA

Cai o anoitecer.
Na alma o terror!
Pela chaga aberta
Vejo-lhe o temor!

Em estremecer,
Toma-lhe corpo a dor!
À vida intenta!
Cai o esplendor!

A se contorcer,
Lívido sem côr,
A morte atenta

Espera-lhe termo por.

HTSR/001527071980

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