Quem sou eu

Uma entidade difícil de definir pelo formalismo lingüístico. Entretanto, enquanto sujeito, defendo a liberdade de crítica e pratico a crítica da liberdade. Conseqüência: caminhar sobre o "fio da navalha" buscando o equilíbrio entre a transgressão e a disciplina, entre o rigor e a suavidade; tendo como "sol", a iluminar-me e a apontar-me o horizonte, a emancipação conferida pela reflexão ética e como forma primeira de expressão: a poesia.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Augusto

ADOLESCÊNCIA

Ao amigo Augusto
Que muito tenho tido
Uma mensagem rasa
E sem profundidades

Em busca do êxito
Aos poucos o vamos conseguindo
Fazendo nossa vida rosa
Isenta de superfluosidades

Embora implacável nos persiga
O cruel amargor
Para nós, já é ele um vencido
Que cedo ou tarde cairá

O amor que teu ser afaga
Será um dia triunfador
E livre do enfado

A vitória cantará

HTSR/003301101980

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